Com uma economia pujante e mais de dezesseis candidatos na disputa, Toledo repetiu o histórico de pulverização de votos e ficou sem deputados estaduais e federais próprios para o próximo mandato.
A força econômica e demográfica de Toledo, no Oeste Paranaense, não se traduziu em representatividade nas urnas. Mesmo com uma população expressiva e a candidatura de oito nomes para a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e outros oito para a Câmara dos Deputados em Brasília, a cidade pulverizou seus votos e amargará mais um período sem uma cadeira cativa e exclusiva de Toledo tanto no cenário estadual quanto no federal.
Nomes como Natan Sperafico chegaram muito perto de garantir uma vaga na Alep, terminando como primeiro suplente, enquanto Beto Lunitti ultrapassou a marca de 30 mil votos, mas o montante não foi suficiente. No âmbito federal, a cidade não conseguiu renovar ou manter as referências tradicionais que possuía em Brasília com Dilceu Sperafico e Elton Welter, perdendo o protagonismo direto nas decisões orçamentárias federais.
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