Atitude de padre no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Curitiba, ao acolher menino autista como coroinha destaca a importância da inclusão em comunidades religiosas.
Um gesto emocionante de empatia e acolhimento ocorrido durante uma celebração religiosa no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Curitiba, ganhou forte repercussão nas redes sociais e inspirou moradores de todo o estado, incluindo a comunidade de Toledo. Durante a missa, que também contava com transmissão ao vivo pela internet, o padre Parron apresentou o menino Davi, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que participava pela primeira vez da liturgia exercendo a função de coroinha.
Ao notar a movimentação espontânea do garoto próximo ao altar, o sacerdote demonstrou sensibilidade ao interromper brevemente a cerimônia para dialogar com os presentes. De maneira natural, acolhedora e educativa, o padre explicou a condição de Davi e pediu à assembleia que recebesse o menino com carinho, paciência e total compreensão, enfatizando que o espaço sagrado deve ser um ambiente irrestrito de inclusão e respeito às diferenças.
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